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sexta-feira, 2 de junho de 2017

Um grupo de mulheres fez , um ato no Centro do Rio, contra o machismo, a "cultura do estupro" e em defesa dos direitos das mulheres. Lembrando o caso do estupro coletivo de uma adolescente na Zona Oeste do Rio, elas exibiam cartazes com mensagens, por exemplo, "machismo mata" e "estamos todas sangrando".  A multidão, que já reunia milhares de mulheres, saiu em caminhada e ocupou a pista lateral da Avenida Presidente Vargas. Mulheres, de diferentes idades, grávidas e com crianças, participavam da manifestação.
"A sociedade não só relativiza, como as instituições também estão entranhadas por essa política machista. Prova disso foi p afastamento do delegado [Alessandro Thiers, da DRCI] da investigação [sobre o caso da adolescente vítima de estupro coletivo na Zona Oeste do Rio]. No depoimento, ele tentou constranger e em última instância tentou culpabilizar a vítima", afirmou Mariana Nolte, representante do movimento Vamos à Luta.
Elas fizeram ecoar no Centro da cidade, em um dos horários mais movimentados, palavras de ordem contra o patriarcado, machismo e a favor da legalização do aborto. "É no fuzil, é na peixeira, vamos montar um batalhão de guerrilheiras", gritaram. "

É preciso cultuar, movimentos contra o machismo, precisamos nos armar contra violência com a mulher.


Paulinho Cigano

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